Explicando: Essa semana não postei porque estava em época de provas, então não dava. Mudei o layout para aquele dos lápis, mas me disseram que estava com problema, então pus esse novo.
Vou postar o primeiro capítulo da história. E lembrando, se você tiver uma idéia para o nome dela envie por comentário!
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Os dois dragões existiam para lutar seu embata eterno. Sempre investindo um contra o outro, sem surtir o menor efeito, pois mesmo suas forças sendo contrárias, elas eram equivalentes. Eles voavam pelos terrenos dos céus, num plano tão Vivo que nós não poderíamos enxerga-los mesmo se quiséssemos. Repararam que escrevi "vivo" com "v" maiúsculo? É que aqui a palavra vida não está sendo empregada como um substantivo abstrato, mas sim como um substantivo próprio.
Vida é o nome que se dá para a essência da existência de todo e qualquer ser, não importa de que importância Viva. Alguns seres são formados de Vida pura, e podem ser comparados ao que nós, humanos, conhecemos como Deuses. E esses "Deuses" de Vida podem escolher construir uma existência, usando como base a Vida. À partir desse momento, o deus que escolheu "construir" uma existência passa à ser conhecido com construtor. E o ser que foi "construído" passa à ser um ser vivo, ou uma construção. Mas, se existem as forças do "bem" e do "mal", isso não deixaria de ser verdade nesse caso. Pois existe uma força que se opõe diretamente à força da Vida. E ela não poderia deixar de se chamar Morte.
Como já foi dito, a Morte exerce o papel contrário ao da Vida. Enquanto a Vida fornece a existência, a Morte fornece a destruição. Veja bem, quando um ser vivo morre, sua essência de Vida retorna para seu construtor, ele pode dá-la a outra construção, para fazê-la Viver, ou uni-la ao seu poder, para munir-se de mais força. Já quando uma construção é atingida pela Morte, ela Morre, e a essência de Vida dela se torna uma essência de Morte. Então, o ser Matador, que é aquele que, do mesmo modo que um construtor, é formado por Morte pura, pode escolher apagar para sempre aquela essência, ou uni-la às suas forças, para tentar destruir as forças da Vida.
E era isso que os dois dragões representavam. O dragão branco reprensentava o poder calmo e sólido da Vida, e o dragão negro representava o poder irritadiço e instável da Morte. Mas, e a explicação para os raios de luz brancos e negros? Ora, é simples. É em cada uma dessas horas que o Matador e o Construtor decidem pelos destinos das essências em suas mãos. Na hora mais propícia à cada um, é claro. Me diga: Que melhor momento represesnta as boas intenções de um ser claro e puro? E que outro representa as intenções de um ser exatamente contrário?Mas ainda há uma questão por esclarecer, e pode ser que você nem mesmo tenha à tido. Por que eu disse que os dois dragões estavam tão Vivos que não poderíamos enxergá-los? É porque, mesmo o dragão negro sendo um dragão Morto, tudo o que se faz enquanto se vive é uma ação da Vida, e tudo o que se faz quando se morre é uma ação da Morte. Mas, o que poderíamos fazer após nossa morte? Não estaríamos simplesmente mortos? Não necessariamente.
Existe um tempo de transição entre sua morte e sua Morte ou sua Vida. Porque você pode permanecer neutro enquanto caminha pelo caminhos Vivos, e continuar assim pelos caminhos Mortos. Então, a Vida e a Morte não poderiam ousar tocá-lo. Porém, ainda assim, você estaria morto, e isso faz com que você seja propriedade da Morte. E agora acho que você já sabe o suficiente para conseguir acompanhar razoavelmente bem esta e as outras histórias que virão a seguir.
Então, acho que já é hora de começarmos.
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O que acharam? Digam por comentário. Sabe aquela idéia desenhar os dois? Pois é, desisti dela. Mas vou fazê-los nos Criador de Criaturas do Spore e colocá-las aqui no próximo post.
Então, até lá. Tchau.










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